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"Legado" é exposto na biblioteca da FCSH - Ilha de Moçambique

Momentos, paisagens, imagens momentâneas, são algumas das características da exposição "Legado - À procura da minha história", de Sérgio Santimano, acolhida na biblioteca Ozuela, da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas (FCSH), de 31 de Outubro a 09 de Novembro, na Ilha de Moçambique.

A exposição individual resulta de um percurso datado de 1995, aquando da sua exposição de fotografias de viagem por Goa, Rajastham e Mumbai. Com formatos diferentes, a exposição viajou também entre Maputo – Associação Moçambicana de Fotografia; Lisboa – Arquivo Fotográfico – e Pangim – Fundação Oriente – nestas duas últimas intitulada Moçambique e Índia.

Com descendência indiana por parte do pai, influência portuguesa, nacionalidade da mãe, a sua moçambicanidade de raiz, constituiu família na Suécia onde reside desde a sua saída de Moçambique, assumindo assim uma identidade quadrangular que não deixa de influenciar o seu olhar fotográfico.

  

Sérgio  Santimano usa-se, neste sentido, do "Legado" para destacar as principais contribuições estéticas e éticas de diferentes países mundo. Mas ao mesmo tempo, procura transmitir sua experiência, inspirar e ensinar as novas gerações como contar histórias através da fotografia.

Falando para a UniLúrio, o expositor descreveu, não só a euforia de fazer chegar as suas obras a sociedade, como também a oportunidade que tem de se expressar (publicamente), através das obras que nos merenda, permitindo ainda ao apreciador fazer uma viagem, não só no tempo, como também sobre os diversos países, nos quais as fotografias foram tiradas.

  

Mais do que apenas falar de questões técnicas da fotografia, Santimano fez-nos perceber o quão sua vida se pode definir no "Legado' - que carrega em si momentos de vida pessoal, pessoas conhecidas sobre as estradas da vida e também alguma carga de inspiração, muita dela encontrada nos corredores de casa, o que se pode ver na fotografia do gato branco que se encontra na janela da cozinha de seu pai, em Goa.

Com o apoio da Universidade Lúrio e outras instituições, a exposição nos faz questionar, nalgum momento, sobre identidades, definições e/ou essências culturais, como também nos convidam a perceber algumas práticas religiosas.

Há muito de continuidade no "Legado', esclarece, de certa forma, Santimano, que nos convida a uma profunda reflexão temporal, nas suas fotografias das raparigas tirando água do rios, pescadores puxando as redes no mar, o macaco saltando de um prédio para o outro.

  

Falando sobre o marco que não só enaltece o turismo na Ilha de Moçambique, como também descreve as actividades que vem sendo desenvolvidas pela FCSH, a Vice Reitora para Área Académica, Sónia Maciel olhou para o "Legado" como um reconhecimento da universidade ao trabalho de Sérgio Santimano, como também esclareceu que insere-se (a exposição), na constante luta que a FCSH abraçou - que é de descrever, reconstruir culturas, criando um espaço de debate, no qual se possa olhar para o passado, viver, descrevendo o presente, assim como perspectivar o futuro.

Sónia Maciel vai mais longe e olha para a exposição como uma necessidade de se envidar esforços para maior preservação das nossas riquezas culturais, abrindo, desta forma possibilidades, particularmente ao nível da Ilha de Moçambique,

Sérgio Santimano nasceu em Moçambique em 1956, oriundo de famílias goesas. Viveu em Goa, em Colvá, a aldeia do pai, durante 1960/61. A sua carreira fotográfica foi centrada no país de origem, Moçambique, a partir de 1979 e durante a guerra civil até 1988, onde se mudou então para a Suécia - onde trabalhou e estudou fotografia documental e fotojornalismo.

Depois do fim da guerra civil em Moçambique em 1992, começa a trabalhar como freelancer, documentando as consequências da guerra e a reconstrução do País. Desde 1997, Santimano trabalhou no norte de Moçambique, de que resultaram várias séries de trabalhos como “Cabo Delgado- Uma história fotográfica de África” e “Terra incógnita”, sobre a província do Niassa.

 

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